P1: O senhor atende planos de saúde?
R1: Hoje só atendo consultas particulares. O meu modelo de atendimento é totalmente incompatível com o formato praticado pelos planos de saúde. As consultas são longas com até 2h de duração e retorno (gratuito) estruturado em 1h, permitindo uma análise minuciosa, condutas verdadeiramente personalizadas, com respeito integral à sua história e reais necessidades nutricionais. Os exames podem ser realizados pelo seu plano, e o recibo da consulta pode ser utilizado para tentativa de reembolso ou dedução no imposto de renda.
Para saber o quanto o seu plano cobre de reembolso, entre em contato com ele, antes de agendar a sua consulta. Verifique quais documentos são necessários para o ressarcimento das despesas. Geralmente solicitam: Relatório médico e o recibo da consulta constando os dados da clínica e do médico.
P2: Quanto tempo dura uma consulta? Qual o valor da consulta?
R2: No mínimo 1:30 minutos a primeira consulta. O retorno dura geralmente 1 hora também. Por isso orientamos o paciente a vir com tempo de pelo menos 2 horas.
P3: Qual a sua formação?
R3: Fiz 6 anos de faculdade de Medicina, pós-graduação em acupuntura (NÃO ESPECIALISTA e não atuo na área, indico o Dr. Pedro Prudente além de outros colegas acupunturistas), pós-graduação em Nutrologia na Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), pós-graduação em Nutrição Clínica pelo GANEP.
Atuei em serviço ambulatorial de Nutrologia durante 4 anos e final de 2017 prestei a prova de título de especialista em Nutrologia, na qual fui aprovado. Sendo assim sou Médico Nutrólogo titulado pela Associação Brasileira de Nutrologia/Associação Médica Brasileira. Em 2021 conclui a pós-graduação em Síndrome Metabólica (ABRAN) e o Curso de Nutrição psiquiátrica do INCCOR-RJ.
Atualmente (2026) sou graduando do 3 período de Nutrição e faço pós-graduação em Gastronomia aplicada à nutrição e de intolerâncias alimentares.
P4: O senhor trabalha com Nutrologia Hospitalar?
R4: Não, encaminho para uma afilhada que atua nessa área (Dra. Adrielly Lagares).
P5: Quais exames o senhor geralmente solicita?
R5: Exames laboratoriais: sangue (Hemograma, Perfil lipídico, Glicemia de Jejum, Uréia, Creatinina, dosagem de vitaminas e minerais, hormônios) de acordo com a clínica do paciente. Além de outros exames tais como, MAPA, Ultrassonografia, Polissonografia, Tomografia, Endoscopia, DEXA, Calorimetria indireta, Teste respiratório.
Não existe regra ou receita de bolo, dependerá das queixas apresentadas pelo paciente, ou seja, busco ter uma conduta racional. Sempre peço para o paciente trazer exames laboratoriais dos últimos 6 meses, assim, evita-se solicitação de exames desnecessárias. Sempre friso que se onera para o plano de saúde, cedo ou tarde isso será repassado para o beneficiário.
Existe uma prática não-recomendada que é a de solicitar que o paciente vá para a consulta com uma lista pronta de exames. Isso é proibido pelo Conselho de Medicina e abomino esse tipo de prática. O exame ele é complementar, ou seja, faz-se necessário primeiramente uma consulta.
Neste texto https://www.nutrologogoiania.com.br/solicitacao-de-exames-previamente-a-consulta/ eu e minha amiga Karol Calfa, médica Nutróloga e presidente do CRM-ES explicamos um pouco sobre os indícios de infração ética nessa prática.
Com relação à leitura dos valores de referência em exames laboratoriais, é muito comum que pacientes me perguntem se trabalho com metas chamadas de “supra-ótimas”. A resposta é: não de maneira automática. A interpretação de qualquer marcador bioquímico depende de uma série de fatores que vão muito além de um número isolado.
O tipo de nutriente avaliado, as comorbidades presentes, o contexto clínico, os sintomas relatados, o inquérito alimentar e até o momento de vida do paciente precisam ser considerados com atenção.
Na prática clínica, o que realmente existe para mim é o paciente na minha frente, com sua história, suas particularidades/comorbidades, seus limites (incluindo financeiros) e suas necessidades. Cada organismo responde de forma singular, e essa individualidade biológica não pode ser reduzida a metas rígidas e universais. Valores laboratoriais são ferramentas importantes, mas nunca devem substituir o raciocínio clínico e a escuta qualificada.
Por isso, tenho bastante cautela com afirmações categóricas do tipo: “Vitamina D sempre acima de 60”, “Vitamina B12 obrigatoriamente acima de 800”, “Ferritina ideal entre 80 e 120”, ou ainda “Testosterona total no homem deve ser maior que 600”. Toda generalização é burra. Esses recortes numéricos, quando aplicados de forma indiscriminada, correm o risco de desconsiderar contextos fisiológicos, variações individuais e até possíveis efeitos adversos de intervenções desnecessárias. Menos muitas vezes é mais.
A medicina não se sustenta em generalizações e sim em discernimento, escuta verdadeira. O papel do médico não é perseguir números ideais abstratos (ficar tratanto papel), e sim compreender o significado desses números dentro da realidade do paciente. Cuidar é, antes de tudo, interpretar com sensibilidade, responsabilidade e respeito à singularidade humana.
P6: Os exames podem ser realizados pelo plano de saúde?
R6: Sim, mesmo eu não sendo credenciado a nenhum plano de saúde, existe uma resolução denominada Consu nº8, na qual a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estabelece que mesmo o profissional não sendo credenciado à operadora de saúde, se tiver indicação médica, o respectivo médico pode solicitar os exames.
Sendo assim, quase todos os exames que solicito geralmente são autorizados. Alguns exames como, calorimetria indireta, DEXA, bioimpedância, dosagem de vitamina D, lipoproteína A, calprotectina fecal, elastase pancreática fecal, teste de hidrogêno expirado para SIBO alguns planos não cobrem.
P7: Existem exames que o senhor não solicita?
R7: Sim, alguns exames não solicito.
Os exames que não solicito são:
Bioressonância (VegaTest);
HLB (exame da gota de sangue em microscópio de campo escuro);
Nerv express;
EisComplex ou EisTeck;
Teste de intolerância alimentar baseados em IgG ou IgG4.
P8: O senhor solicita o mineralograma capilar (exame do cabelo)?
R8: Raríssimo, mas sim, apenas quando há suspeita de intoxicação crônica por metal tóxico. É a única utilidade liberada pelo Conselho Federal de Medicina conforme a resolução nº 2004 de 2012. Mas ultimamente já tem quase 12 anos que não solicito.
P9: Com qual tipo de dieta o senhor trabalha?
R9: Com todos os tipos de dieta. Aplico um questionário extenso que mostra as dietas disponíveis e peço para o paciente enumerar as 5 que mais acredita atender as suas necessidades. Posteriormente decidimos juntos se aquela é a dieta mais adequada. Dieta Low Carb e cetogênica geram resultados rápidos, mas o paciente entra em um platô rapidamente.
Tenho pacientes que já eliminaram mais de 30 kg com essas dietas, porém, os estudos mais recentes, não evidenciam superioridade (após 12 a 24 meses) destas dietas quando comparadas à restrição calórica convencional. A perda de peso ao final dos estudos parece ser a mesma, assim como melhora em parâmetros metabólicos.
E na atualidade a nossa preocupação nem é tanto a dieta que será utilizada, mas sim a adesão a ela. Além disso uma constante preocupação da comunidade científica é: como brecar o reganho de peso, já que a grande maioria dos pacientes vão retornar para o mesmo IMC que estavam antes.
P10: O senhor utiliza medicações para emagrecimento em seus tratamentos?
R10: Sim, se o paciente tiver indicação clínica, IMC >25 com alguma comorbidade ou acima do IMC 30, utilizo criteriosamente medicações. Abomino prescrição de fármacos para tratamento da obesidade para fins estéticos. Medicação é coisa séria e tem efeitos colaterais.
Em hipótese alguma prescrevo medicações que não sejam vendidas em drogarias ou que não tenha bula. Ou seja, Tirzepatida manipulada ou que não seja a original (nome comercial Mounjaro). Semaglutida somente a vendida em farmácias (drogarias).
P11: Além de medicamentoso o que o senhor utiliza no seu arsenal terapêutico?
R11: Vitaminas, Minerais, gorduras, fitoterápicos, proteínas, carboidratos, fibras, pré e probióticos. Utilizo muito pouco medicações alopáticas, somente nas doenças nutroneurometabólicas.
Não utilizo hormônios, tais como testosterona, GH, estrogênios, DHEA, Hidrocortisona, chips hormonais (implantes). Na minha visão, isso não faz parte da Nutrologia. https://www.nutrologogoiania.com.br/a-nutrologia/o-que-nao-e-nutrologia/
Endovenoso só utilizo noripurum/ferrinject nos casos de anemia ferropriva refratária ao tratamento via oral. Ou vitamina B12 intramuscular no caso de déficits graves de B12 ou pacientes com síndromes disabsortivas.
Não utilizo terapias bio-oxidativas (ozonioterapia), PRP, PRFC, aplicação de lisados e enzimas subcutâneas ou intramusculares, procainoterapia, dieta hCG.
Nada disso faz parte do arsenal terapêutico da Nutrologia, conforme recentemente publicado pela própria Associação Brasileira de Nutrologia: https://www.nutrologogoiania.com.br/a-nutrologia/o-que-nao-e-nutrologia/
Muita gente me pergunta se prescrevo medicação manipulada. Sim, porém, reservo para aquilo que não tem pronto na drogaria. Alguns minerais ou vitaminas. E sempre friso que o paciente é livre para manipular na farmácia da confiança dele. Ou seja, não indico farmácia de manipulação.
P12: Quais procedimentos são realizados na clínica Medicare?
R12: Nenhum procedimento pois aqui é um espaço clínico, sendo assim não realizamos procedimentos. Caso o paciente necessite repor ferro de forma endovenosa é encaminhado para institutos de Hematologia. No caso dos pacientes pós-bariátricos ou com doenças disabsortivas encaminhamos o paciente para realizar a infusão de Ferro no hospital que ele desejar.
P13: Na clínica Medicare vende-se medicações e suplementos?
R13: Não. Não comercializamos medicações ou suplementos na clínica, pois, de acordo com o código e ética médica isso pode configurar indícios de infração ética. Médico é médico, farmacêutico é farmacêutico.
P14: Quais os dias de atendimento e os horários?
R14: Segunda e Quinta das 07:00 às 19:00 em Goiânia. Sexta-feira das 14:00 às 20:00. Alguns sábados do mês atendo das 08:00 às 11:00.
P15: O senhor atende pacientes provenientes de outras localidades?
R15: Não mais, pelas limitações do exame físico. Quem desejar consultar comigo e morar fora, prepare as malas e venha conhecer essa aborizada cidade chamada Goiânia!
P16: A consulta dá direito a retorno gratuito ou terei que pagar todas as vezes que for na clínica?
R16: Cada consulta dá direito a um (01) retorno dentro do prazo estabelecido: 30 dias. Após esse prazo é cobrada o valor de uma nova consulta.
P17: Terei que retornar todos os meses para uma nova consulta?
R17: Depende de cada caso.
Tratamento da obesidade, os estudos mostram que nos primeiros meses o retorno mensal mostrou melhores desfechos (maior perda de peso).
A perda de peso é, em geral, apenas a primeira parte de um tratamento da obesidade; no entanto, um bom resultado inicial é um excelente preditor de resultado a longo prazo, e se um processo começa com resultados ruins deve rapidamente ser modificado, pois a chance de sucesso se reduz. Tem um estudo chamado LOOK AHEAD, no qual a modificação de estilo de vida nos pacientes com diabetes, mostrou que a perda de peso no primeiro mês predisse o resultado oito anos depois.
Já estudos com medicamentos para obesidade mostram que o melhor preditor para saber quem responderá a longo prazo àquele tratamento é quem perdeu mais peso no primeiro mês, e se menos de 5% de perda é atingida em 3 meses, ele deve ser interrompido. Sendo assim, faz-se necessário uma reavaliação precoce, independente de qual foi o tratamento. Com isso conseguimos traçar as estratégias. Quando o paciente tem uma perda de peso adequada, ele fica mais motivado. E quando tem uma perda ruim (<1Kg por mês), isso me obriga a fazer um reajuste na estratégia, aplicar um check list e aplicar técnicas para descobrir o porquê dessa perda ruim. Então o retorno precoce é importante.
Além disso, o retorno precoce é uma “prestação de contas” (accountability): ao longo dos anos ficou claro pra mim que quando o paciente vê que está tendo resultados, maior a chance dele ter uma boa adesão ao tratamento. Apesar dos trabalhos mostrarem essa necessidade de acompanhamento mais de perto, um estudo chamado ACTION-IO mostrou que mesmo quando médicos discutem estratégias de perda com pacientes portadores de obesidade, os pacientes marcam uma consulta de seguimento apenas em 25% das vezes.
Eu particularmente, sugiro retornos em 20 a 30 dias. Em geral, esse é um tempo em q já se percebe a eficácia de um tratamento, ao mesmo tempo que se o resultado foi ruim, pode ser modificado antes que gere uma desmotivação! Nesse meio tempo o paciente passa em consulta com o meu nutricionista. Lembrando que cada consulta dá direito a 01 retorno gratuito em até 30 dias.
Em outras patologias ou situações, geralmente peço que o paciente retorne com 3 ou 4 meses
P18: O senhor trabalha em parceria com outros profissionais?
R18: Sim, sempre que necessário e o paciente apresenta algo que não é da minha área, tenho uma vasta rede de profissionais da saúde da minha confiança.
P19: Por que o senhor é contra modulação hormonal bioidêntica e terapia anti-envelhecimento?
R19: Como já respondido acima, não trabalho com modulação hormonal: terapia antienvelhecimento, dieta hCG, prescrição de anabolizantes, testosterona, DHEA, GH. Já que tal prática é condenada:
1) Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN):
https://abran.org.br/publicacoes/posicionamento/posicionamento-sobre-a-modulacao-hormonal
2) Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM): https://www.endocrino.org.br/alerta-sbem-nao-existe-especialista-em-modulacao-hormonal/
3) Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontrologia (SBG): https://sbgg.org.br/envelhecer-nao-e-doenca-sbgg-emite-posicionamento-em-retorno-as-colocacoes-expressas-pelo-pesquisador-aubrey-de-grey-que-quer-curar-o-envelhecimento/
4) Associação Brasileira para Estudos da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO): http://www.abeso.org.br/pdf/Posicionamento%20SBEM%20-%20anti-aging2.pdf
5) Sociedade Brasileira de Urologia (SBU): http://portaldaurologia.org.br/medicos/destaque-sbu/nota-oficial/
6) Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC): https://sboc.org.br/noticias/item/1461-posicionamento-da-sboc-sobre-o-nao-reconhecimento-de-especialista-em-modulacao-hormonal
7) Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO): https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/647-posicao-da-febrasgo-referente-ao-julgamento-da-segunda-turma-do-tribunal-regional-federal-da-5-regiao-sobre-o-tratamento-de-modulacao-hormonal-para-o-antienvelhecimento
8) Conselho Federal de Medicina (CFM): O parecer do CFM que proíbe a prática de modulação hormonal no Brasil está disponível aqui: http://www.portalmedico.org.br/resolucoes/CFM/2012/1999_2012.pdf No link a seguir você encontrará inúmeros pareceres de sociedades médicas sérias sobre o tema, isso basta para que eu não utilize modulação hormonal e hormônios ditos bioidênticos na minha prática: http://www.drfredericolobo.com.br/2016/07/pareceres-de-sociedades-medicas-contra.html
Há mais de 15 anos acompanho pacientes que tiveram complicações decorrentes desse tipo de terapia. É raríssimo um dia na minha prática clínica, em que eu não tenha que encaminhar pacientes para meus colegas endocrinologistas. Pacientes vítimas de iatrogenia. Isso explica o porquê de eu ser contra a reposição hormonal desnecessária ou para fins estéticos.
P. 20: No caso de pacientes com doenças psiquiátricas, como ansiedade, depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia, síndrome do pânico, o senhor trata esses pacientes?
R20: Eu não trato com medicações psicotrópicas. Peço para o paciente dar continuidade ao tratamento com o psiquiatra de sua confiança ou indico alguns de minha confiança. O que faço na Nutrologia é identificar os hábitos errados de vida, que podem ser co-adjuvantes na piora do quadro do paciente. E obviamente, além disso investigo se há presença de déficits nutricionais que podem agravar o quadro. Tento aplicar as metodologias da Medicina do Estilo de vida, combinadas com ferramentas da terapia cognitivo comportamental.
P. 21: Pacientes com Doença de Alzheimer, Parkinson, Esclerose múltipla, Esclerose lateral amiotrófica, Doença renal, Transtorno do espectro autista (TEA), o senhor atende?
R21: Não. São condições que não tenho experiência no manejo e encaminho para outros profissionais. https://www.nutrologogoiania.com.br/tratamentos/o-que-nao-trato/
P. 22: O senhor trabalha com Modulação hormonal?
R22: Não.
P. 23: O senhor trabalha com Implantes hormonais (chips)?
R23: Não.
P. 24: O senhor trabalha com terapia antienvelhecimento?
R24: Não.
P. 25: O senhor trabalha com ozonioterapia?
R25: Não.
P. 26: O senhor trabalha com soroterapia, terapias injetáveis?
R26: Somente para os pacientes que não conseguem absorver pelo trato digestivo ou casos refratários à terapia via oral. Exemplo: pacientes com anemia ferropriva e que mesmo após meses utilizando ferro via oral os níveis de ferro pouco sobem. Nesse caso prescrevemos ferro endovenoso e inclusive alguns planos de saúde cobrem. Pacientes com B12 muito baixa e que não respondem à terapia com administração via oral ou sublingual, aí indicamos a B12 intramuscular. Escrevi 2 textos sobre o tema:
https://www.nutrologogoiania.com.br/terapia-com-injetaveis-na-nutrologia/
https://nutrologojoinville.com.br/soroterapia-a-modinha-repaginada/
P. 27: Qual a opinião do senhor sobre a soroterapia e terapias injetáveis?
R27: Acho errada a forma que estão praticando essa via de administração de medicamentos/nutrientes. A via endovenosa ou intramuscular, deve ser usada apenas quando o trato digestivo não está funcionante ou quando há uma refratariedade ao tratamento via oral. No texto publicado em: https://www.nutrologogoiania.com.br/terapia-com-injetaveis-na-nutrologia/ eu abordo o tema em parceria com alguns médicos nutrólogos e uma conselheira do CRM-ES.
Autor: Dr. Frederico Lobo – CRM-G0 13192 – RQE 11915 – Se você se interessou pela minha abordagem e deseja conhecer mais, clique aqui.